A confusão foi enorme, mobilizando a
polícia itaunense, o Corpo de Bombeiros e o Grupo de Ações
Táticas Especiais (Gate).
Um agente penitenciário foi feito refém e
três detentos fugiram, entre eles Leandro e Neide. Os presos
quebraram celas e atearam fogo em colchões. Três presos
ficaram feridos e foram socorridos pelas unidades do Samu.
Durante a rebelião, os presos
reivindicaram a revisão de penas, aumento do banho de sol,
melhor alimentação e transferência para outras
penitenciárias.
Alguns detentos foram transferidos para a
cadeia de Pará de Minas onde ficarão até as celas destruídas
sejam reformadas.