14/03/15
Governo muda a tabela de imposto renda na fonte para 2016
A presidente Dilma Rousseff publicou nesta quarta feira de 11/03, medida provisória estabelecendo o reajuste escalonado da tabela do imposto de renda na fonte, como acordado com o congresso nacional.
A tabela será corrigida em 6,5%, 5,5%, 5% e 4.5%, de acordo com a faixa salarial, quanto menor a faixa, maior a correção, a partir de abril deste ano.
A MEDIDA NÃO VALE PARA AS DECLARAÇÕES DE IMPOSTO DE RENDA FEITAS NESTE ANO, MAS apenas para as prestações de contas que serão realizadas em 2016 referente 2015. Por esse modelo, a faixa de isenção será elevada de R$1.787,77 para R$1.903,98.
 
COMO FICA A TABELA APÓS O ACORDO:
ALIQUOTAS                             % PERCENTURAL                                                 REAJUSTE.
Até 1.903,98                                                                                     Isento                                                               6,5%
De 1.903,99 a 2.826,65                                             7,5                                                                   6,5
De 2.826,66 a 3.751,05                                         15,0                                                                  5,5
De 3.751,06 a 4.664,68.                                         22,5                                                                  5,0
Mais de 4.664,68                                                                                          27,5                                                                  4,5
 
Segundo o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o impacto fiscal do reajuste será maior que R$6 Bilhões. Segundo ele, 16 milhões de contribuintes que estão na primeira faixa, em que a correção será de 6,5%.
Se o governo está pensando em IMPACTO, eu estou pensando no POVO, esse “pequeno” aumento na tabelo do imposto de renda na fonte, para 2016, ainda está muito BAIXA, pois a mesma não é reajustada há vários anos, e desta vez ouve VETOS do governo para que ficasse como estava, mas valeu a pressão, aí fizerem o tal “escalonamento”, que está muito abaixo da inflação no Brasil.
Esta discussão sobre o reajuste da tabela vem desde 1996, segundo o SINDIFISCO (Sindicato Nacional dos Auditores fiscais da Receita Federal), deveria chegar a 64,29%. Continua a tabela do MENOR esforço do governo, colocando os contribuintes a PAGARAM MAIS IMPOSTOS.
Como a equipe do atual governo precisa da MAIOR ARRECADAÇÃO, não duvido muito, que além de aumentar mais impostos, e no caso das pessoas físicas, limitarem despesas da área de SAÚDE, (hoje ilimitadas) de instrução, dependentes e outras mais, por exemplo, um pai tem um filho estudando medicina, mensalidades, mais transportes, alimentação, livros, hospedagem, que ficam em 8.000, 00 (oito mil) por mês, em média, multiplicado por 12 meses, fica a bagatela de R$96.000,00 (noventa e seis mil reais) ano, e neste ano 2015, pode ABATER SOMENTE R$3.375,83 de instrução? Estou citando somente um caso, que pode ser qualquer outro curso superior, Contábeis, Odontologia, Nutrição, Economia, etc.
QUEM ESTA PAGANDO MUITO IMPOSTO? Nós pobres contribuintes. E quem cria um filho por ano, gastando a bagatela que o governo admite: R$ 2.156,52( dois mil cento e cinquenta seis reais e cinquenta dois centavos), não é O SUFICIENTE NEM para comprar o LEITE, quem está pagando IMPOSTO? O pobre dos contribuintes. Essa CONTABILIDADE, não vai fechar nem no Brasil, nem em qualquer outro lugar do mundo, ai meus queridos leitores: SALVE-SE QUEM PUDER.